segunda-feira, 26 de março de 2012

É necessário incluir...




Venho através deste blog falar da importância  da inclusão. Não falo apenas da inclusão escolar, pois esta já esta legalizada , mesmo ainda precisando de alguns ajustes. Quero enfatizar aqui a inclusão social, a importância de se entender que todos temos o direito e merecemos respeito . Por isso incluir é necessário.
Colocarei abaixo características de algumas deficiências.



Qual o significado da palavra “deficiência”?
Segundo a Organização Mundial de Saúde, deficiência é o substantivo atribuído a toda a perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatómica. Refere-se, portanto, à biologia do ser humano.


Quem pode ser considerado deficiente?
A expressão “pessoa com deficiência” pode ser atribuída a pessoas portadoras de qualquer tipo(s) de deficiência. Porém, em termos legais, esta mesma expressão é aplicada de um modo mais restrito e refere-se a pessoas que se encontram sob o amparo de determinada legislação.
É designado “deficiente” todo aquele que tem um ou mais problemas de funcionamento ou falta de parte anatómica, embargando com isto dificuldades a vários níveis: de locomoção, percepção, pensamento ou relação social.
Até bem recentemente, o termo “deficiente” era vulgarmente aplicado a pessoas portadoras de deficiência(s). Porém, esta expressão embarga consigo uma forte carga negativa depreciativa da pessoa, pelo que foi, ao longo dos anos, cada vez mais rejeitada pelos especialistas da área e, em especial, pelos próprios portadores. Atualmente, a palavra é considerada como inadequada e estimuladora do preconceito a respeito do valor integral da pessoa. Deste modo, a substitui-la surge a expressão: “pessoa especial”.


Quais os vários tipos de deficiência?
A pessoa especial pode ser portadora de deficiência única ou de deficiência múltipla (associação de uma ou mais deficiências). As várias deficiências podem agrupar-se em quatro conjuntos distintos, sendo eles:

•Deficiência visual
•Deficiência motora
•Deficiência mental
•Deficiência auditiva

DEFICIÊNCIA VISUAL
É a perda ou a redução de capacidade visual em ambos os olhos, em caráter definitivo e que não possa ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes e tratamento clínico ou cirúrgico. Entre os deficientes visuais têm-se os portadores de cegueira e os de visão subnormal.

Deficiência motora é uma disfunção física ou motora, a qual poderá ser de carácter congénito ou adquirido.

Desta forma, esta disfunção irá afectar o indivíduo, no que diz respeito à mobilidade. À coordenação motora ou à fala. Este tipo de deficiência pode decorrer de lesões neurológicas, neuromusculares, ortopédicas e ainda de mal formação.

DEFICIÊNCIA MENTAL
Funcionamento intelectual significativamente inferior a média, apresentando níveis de comprometimento leve, moderado, severo ou profundo no comportamento adaptativo, tanto maior quanto o grau de comprometimento (dificuldade cognitiva).

DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
Associação de duas ou mais deficiências.


DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na seguinte forma:

De 25 a 40 decibéis - surdez leve
De 41 a 55 decibéis - surdez moderada
De 56 a 70 decibéis - surdez acentuada
De 71 a 90 decibéis - surdez severa
Acima de 91 decibéis - surdez profunda

DEFICIÊNCIA MENTAL
Funcionamento intelectual significativamente inferior a média, apresentando níveis de comprometimento leve, moderado, severo ou profundo no comportamento adaptativo, tanto maior quanto o grau de comprometimento (dificuldade cognitiva).

DEFICIÊNCIA FÍSICA
Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.





Material de Apoio para trabalhar com pessoas especiais: Soroban , Lente de aumento, Libras, Braile , computador com teclado especial pra cegos, som etc.

Alguns livros que falam sobre inclusão. Hoje em dia o assunto é muito estudado e comentado , por isso surgiram várias especializações nas áreas de inclusão.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Música e Educação: Uma parceria Proveitosa e agora Obrigatória


                                    

O ano de 2012 é data limite para que todas as escolas públicas e privadas do Brasil incluam o ensino de música em suas grades curriculares. A exigência surgiu com a lei nº 11.769, sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deve ser conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica. "O objetivo não é formar músicos, mas desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos", diz a professora Clélia Craveiro, conselheira da Câmara de Educação Básica do CNE (Conselho Nacional de Educação). 


Nas escolas, a música não deve ser necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela pode integrar o ensino de arte, por exemplo, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada artes, que pode englobar ainda artes plásticas e cênicas. A ideia é trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter entre os profissionais o professor de música. Cada escola tem autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico". Apesar de ser uma boa iniciativa, o trabalho com equipes multidisciplinares para o ensino de música não tem acontecido de forma satisfatória nas instituições de ensino. "De qualquer maneira, trabalhar de forma interdisciplinar ou multidisciplinar em escolas de educação básica é uma tarefa complicada", afirma Clélia. 



É necessário prestar atenção se o seu filho está tendo aulas de música com uma equipe adequada ou mesmo se esse tipo de aula está sendo oferecida na escola dele, como diz a lei. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, só estão autorizados a lecionar na educação básica os professores com formação em nível superior, ou seja, profissionais que tenham cursado a licenciatura em Universidades e Institutos Superiores de Educação na área em que irão atuar. No entanto, há uma enorme carência de profissionais com formação superior em Música capacitados para lecionar.  




     Música no trabalho de Inclusão na Costa do Descobrimento. Alunos com TDAH Transtorno de Deficit de atenção e Hiperatividade entre outros deficientes aprendem e nos ensinam que somos todos muito capazes .

Alan é aluno  da Escola Chico Mendes no mirante Caravelas em Porto Seguro. Estamos Orgulhosos com a Evolução cognitiva dessas crianças. A música contribuiu muito para essa evolução.




quarta-feira, 21 de março de 2012

Leitura e Produção Textual: Uma necessidade Pessoal e Social

O professor de Investigação Social diz que se você estiver fazendo mestrado e não ler pelo menos 30 folhas por dia  é melhor desistir pois esse não é o seu maior interesse. Ou seja , se você realmente for interessado em algo , terás o maior prazer em estudar. 

A leitura deve ser um prazer e deve ser incentivada . Boas leituras melhoram a vida de todos . 

Projeto de Leitura na Escola Chico Mendes em Porto Seguro






segunda-feira, 19 de março de 2012

Droga não combina com Aprendizagem...


Droga não combina com aprendizagem. Não se engane. Maconha é droga!A maconha é a droga mais consumida no mundo e é tratada como uma droga leve, porém seu uso pode ser mais arriscado do que parece. O princípio ativo dessa droga é THC, que causa perturbação no funcionamento do cérebro , muda a noção de tempo e espaço, prejudica a coordenação motora e a capacidade de atenção e memória. Então, como se pode aprender com esse comportamento? Essa droga além de afetar o cognitivo, também afeta o biológico, pois os olhos ficam vermelhos, a saliva diminui , algumas pessoas sentem angústias , taquicardia , ansiedade e tremedeira, além de diminuir a defesa das pessoas.
Portanto . Diga não ás drogas! Diga não á Maconha! Tenha uma vida saudável. Paz e amor  pode e deve ser apenas PAZ E AMOR!
Por Luciana Pereira Vasconcelos 

domingo, 11 de março de 2012

A origem etimológica da palavra Pedagogia

A origem etimológica do termo vem do grego antigo Paidós (criança) e Agodé (condução). Segundo Ghiraldelli Júnior Paidagogo era o condutor da criança. Era ele quem a guiava até o local de ensino e, metaforicamente, em direção ao saber.